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ToggleCuritiba, 16 de setembro de 2025, escrito por Gilson Rodrigues. Septum Piercing: O piercing no septo se tornou um dos estilos mais populares de body piercing nos últimos anos. Ele aparece tanto em quem já coleciona tatuagem no braço, tatuagem no pescoço ou tatuagem nas costas, quanto em quem busca apenas uma forma simples de expressão. O piercing no septo é uma perfuração feita na cartilagem entre as narinas que pode ser usada com diferentes tipos de joias e estilos.
Essa escolha vai além da estética: envolve cuidados, processo de cicatrização e até a seleção correta da joia para evitar complicações. Assim como uma tatuagem feminina delicada ou uma tatuagem no braço masculino, o septum piercing exige atenção desde o momento da perfuração até a higienização diária. Muitas pessoas que já possuem piercing na orelha, piercing no umbigo ou piercing tragus acabam optando pelo septo para complementar o visual.
Na Visão Tattoo, referência em tatuagem e piercing, é possível encontrar informações seguras sobre cada etapa do processo, desde a perfuração até os cuidados de cicatrização. Para quem deseja unir estilo e personalidade, o septum piercing se torna tão marcante quanto uma tatuagem na mão, no peito ou até uma tatuagem de casal.

O septo nasal é a estrutura que separa as duas narinas. Ele é formado por cartilagem na parte anterior e por osso na parte posterior. A perfuração do piercing, no entanto, não atravessa a cartilagem dura, mas sim uma camada mais fina de tecido chamada columela, localizada logo abaixo da cartilagem.
Essa área é conhecida como “sweet spot”. Nem todas as pessoas apresentam espaço suficiente nessa região, por isso a avaliação profissional é importante antes da perfuração. Quando feita corretamente, a perfuração evita áreas com maior concentração de nervos e vasos sanguíneos, reduzindo riscos de dor intensa ou complicações.
A escolha da joia inicial também depende da anatomia. Argolas em formato de ferradura são comuns, pois permitem esconder o piercing virando-o para dentro durante a cicatrização. O posicionamento correto garante não apenas conforto, mas também uma cicatrização mais rápida e uniforme.
O piercing no septo se distingue de outros facial piercings principalmente pela localização interna. Enquanto piercings nas narinas atravessam a pele externa, o septo fica centralizado entre as narinas, criando um visual diferente e mais discreto em alguns casos.
Outra diferença está no processo de cicatrização. Piercings externos no nariz levam em média 2 a 4 meses para cicatrizar, enquanto o septo pode levar de 6 a 8 meses. Essa variação ocorre porque a região perfurada é mais sensível a movimentos e atrito.
Em termos de estilo, o septum piercing oferece maior versatilidade. Ele pode ser usado com argolas, ferraduras ou joias mais discretas, enquanto os piercings externos costumam ter opções mais limitadas. Essa flexibilidade estética é uma das razões para sua popularidade crescente.
Além disso, o septo pode ser escondido com facilidade, algo que nem sempre é possível em outros tipos de nose piercing. Isso o torna uma escolha prática para quem precisa alternar entre ambientes formais e informais.

O sweet spot é o ponto ideal para a perfuração do septo. Ele fica logo abaixo da cartilagem dura e acima da parte mais grossa do nariz, em uma pequena camada de tecido macio. Essa região permite uma perfuração menos dolorosa e com menor risco de complicações.
O piercer identifica esse local palpando o septo com cuidado. Em alguns casos, pode usar uma lanterna ou pinça para encontrar a área exata. A perfuração feita fora desse ponto pode atravessar cartilagem grossa, o que aumenta o desconforto e o tempo de cicatrização.
Escolher um profissional experiente é essencial, já que apenas ele consegue localizar corretamente o sweet spot. Isso garante que o piercing fique centralizado e bem posicionado, evitando assimetrias ou pressão desnecessária sobre a joia.
Após higienizar a região, o piercer utiliza luvas descartáveis e instrumentos esterilizados. O material mais comum para o furo é o cateter, que cria o espaço necessário para inserir a joia.
O processo costuma ser rápido. O profissional passa a agulha pelo sweet spot e, em seguida, guia a joia através do cateter. Em menos de um minuto, o piercing já está colocado.
Para garantir segurança, o piercer utiliza joias de titânio ou aço cirúrgico, que reduzem o risco de alergias. Depois da aplicação, ele orienta sobre os cuidados iniciais, como limpeza com solução salina e evitar tocar a peça com as mãos sujas.
Mesmo sendo simples, o septum piercing pode apresentar alguns riscos. Se o furo não for feito no sweet spot, a perfuração pode atravessar cartilagem grossa, causando dor intensa e inchaço prolongado.
Outra complicação possível é o sangramento excessivo, que ocorre quando pequenos vasos sanguíneos são atingidos. Isso pode ser controlado pelo piercer, mas exige atenção imediata.
Infecção também é um risco caso os instrumentos não estejam esterilizados. Por isso, é importante verificar se o estúdio segue normas de higiene. Além disso, reações alérgicas podem acontecer quando a joia é feita de material inadequado, como metais de baixa qualidade.
Um piercing no septo envolve perfuração em uma área sensível do nariz, o que pode gerar dor moderada, riscos de infecção e um processo de cicatrização que varia de pessoa para pessoa. A experiência depende de fatores como cuidados diários, tipo de joia usada e resposta do corpo.
A dor de um piercing no septo costuma ser rápida, ocorrendo no momento da perfuração. A intensidade varia, mas muitas pessoas relatam desconforto parecido com uma picada forte ou sensação de pressão.
Após o procedimento, é comum sentir sensibilidade ao tocar, espirrar ou movimentar o nariz. Esse incômodo tende a diminuir nos primeiros dias.
O tipo de joia influencia no conforto. Argolas ou ferraduras em titânio ou aço cirúrgico reduzem irritações. Materiais de baixa qualidade podem aumentar dor e risco de inflamação.
É importante lembrar que a dor não deve ser constante. Se a área continuar latejando por semanas ou apresentar secreção amarelada, pode indicar complicações. Nesse caso, o ideal é procurar o body piercer ou um médico.
O tempo médio de cicatrização de um piercing no septo varia entre 6 a 8 meses, mas pode ser mais curto ou mais longo dependendo dos cuidados. Durante esse período, o corpo forma tecido ao redor da perfuração para fechar a ferida.
Nos primeiros 2 meses, a região ainda é frágil e mais suscetível a inflamações. Por isso, é essencial manter uma rotina de piercing aftercare.
Cuidados básicos incluem:
Trocar a joia cedo demais ou usar materiais inadequados pode atrasar a cicatrização e causar complicações.
Durante a cicatrização, alguns sintomas são esperados e não indicam problema. Entre eles estão:
Esses sinais fazem parte da resposta do corpo. No entanto, sintomas como dor intensa, secreção amarela ou verde, mau cheiro e sangramentos frequentes podem indicar infecção.
Manter a limpeza correta e evitar produtos agressivos, como álcool ou água oxigenada, ajuda a prevenir irritações. O uso de solução salina simples é o método mais seguro de aftercare para septum piercing.
O piercing no septo exige atenção diária para evitar infecções e garantir uma cicatrização saudável. Manter a limpeza correta, escolher os produtos adequados e evitar práticas de risco são pontos essenciais durante todo o processo de aftercare.
A limpeza deve ser feita de forma simples e consistente. A recomendação mais segura é usar solução salina estéril ou soro fisiológico. O ideal é aplicar duas a três vezes ao dia, sempre com as mãos bem lavadas antes de tocar no nariz.
O piercing pode ser limpo com auxílio de um cotonete ou gaze estéril. Basta umedecer o material e remover suavemente secreções ou crostas que se formam ao redor da joia. Não é necessário girar ou mover o piercing, pois isso pode irritar o tecido.
É importante evitar exageros. Limpar mais vezes do que o indicado pode ressecar a pele e atrasar a cicatrização. O equilíbrio entre higiene e descanso do corpo ajuda na recuperação natural da perfuração.
Os melhores produtos para cuidados com piercing no septo são simples e de fácil acesso. Soro fisiológico 0,9% é a opção mais indicada, pois mantém o local limpo sem agredir a pele. Outra alternativa segura é a solução salina estéril em spray, vendida em farmácias.
Alguns piercers também recomendam o uso de sabonete líquido neutro, sem perfume e antibacteriano, mas apenas uma vez ao dia e com enxágue abundante. O excesso de sabonete pode causar irritação.
Produtos que devem ser evitados: álcool, água oxigenada, pomadas antibióticas sem prescrição, enxaguantes bucais fortes e soluções caseiras com sal de cozinha. Essas substâncias podem irritar, atrasar a cicatrização ou mascarar sinais de infecção.
Muitas complicações surgem por hábitos simples que poderiam ser evitados. Um erro frequente é tocar no piercing com as mãos sujas. Isso aumenta o risco de bactérias entrarem no local.
Outro problema é remover ou trocar a joia antes do tempo indicado pelo piercer. O septo precisa de semanas ou meses para cicatrizar totalmente, e qualquer troca precoce pode causar inflamação.
Também é importante não mergulhar em piscinas, rios ou mar durante a fase inicial da cicatrização. Esses ambientes podem conter microrganismos que favorecem infecções. Dormir pressionando o nariz ou usar maquiagem e cremes próximos ao piercing também deve ser evitado.
As joias usadas no septo variam em material, formato e tamanho. A escolha correta influencia tanto na cicatrização quanto no conforto e na aparência do piercing.
Os materiais mais recomendados para joias de septo são aço cirúrgico, titânio e ouro 14k. Esses metais reduzem o risco de alergias e infecções, além de serem duráveis.
O titânio é hipoalergênico e leve, indicado para quem tem pele sensível. Já o aço cirúrgico é mais acessível e resistente, mas pode conter níquel em pequenas quantidades. O ouro 14k combina durabilidade com estética, mas deve ser maciço e não folheado para evitar descascamento.
Materiais como prata não são indicados no início, pois oxidam com facilidade. Para quem prefere estilo sem perfuração, o faux septum hoop pode ser usado como acessório temporário.
Entre os modelos mais comuns de septum piercing jewelry estão:
As argolas de contas cativas também aparecem com frequência, onde uma pequena esfera prende a peça no lugar. Já os clickers se destacam pela variedade estética, indo do minimalista ao mais chamativo.
Cada modelo atende a diferentes necessidades: praticidade, discrição ou destaque visual.
O tamanho da joia deve respeitar a anatomia do septo. A espessura mais comum varia entre 1,2 mm e 1,6 mm, enquanto o diâmetro interno pode ir de 8 mm a 10 mm.
Quem busca discrição pode optar por ferraduras pequenas ou argolas finas. Já quem prefere destaque pode escolher clickers decorados ou argolas maiores.
É importante considerar o conforto no dia a dia, já que joias muito grandes podem prender em roupas ou causar incômodo. O estilo deve refletir a personalidade, mas sempre dentro das medidas adequadas para o piercing cicatrizado.
O piercing no septo se consolidou como um dos tipos de piercings faciais mais populares, ganhando espaço tanto em contextos casuais quanto em produções mais elaboradas. Ele combina estética, versatilidade e impacto visual, mas também levanta questões sobre aceitação social e comparação com outros estilos de piercing no nariz.
O piercing no septo se destaca por sua flexibilidade estética. Ele permite o uso de argolas finas, ferraduras discretas ou joias mais chamativas. Essa variedade facilita a adaptação a diferentes gostos e ocasiões.
Muitos optam por esse tipo de nose piercing como forma de reforçar identidade pessoal. Ele pode transmitir ousadia, autenticidade ou simplesmente funcionar como um detalhe de moda.
Além disso, o septo oferece a vantagem de ser facilmente escondido. Basta girar uma joia em formato de ferradura para dentro do nariz, algo que não ocorre em outros piercings faciais. Essa característica torna o estilo mais prático para quem busca discrição em certas situações.
Em termos de tendências, materiais como titânio e aço cirúrgico continuam sendo os mais usados por segurança. No entanto, há crescente interesse em peças de ouro minimalistas e em designs geométricos que equilibram sofisticação e modernidade.
A aceitação do piercing no septo varia de acordo com a área de atuação. Em setores criativos, ele costuma ser visto como parte natural da expressão estética. Já em ambientes formais, como jurídico ou corporativo, a percepção pode ser mais restritiva.
O fato de poder ser escondido facilita a adaptação. Uma ferradura pequena pode ser virada para dentro, reduzindo a visibilidade sem necessidade de retirada. Isso ajuda a manter o furo saudável e ao mesmo tempo atender exigências visuais do trabalho.
Alguns profissionais relatam que o uso de joias discretas, como argolas finas em tons neutros, contribui para maior aceitação. Essa escolha equilibra estilo pessoal e expectativas de imagem profissional.
Outro ponto relevante é o tempo de cicatrização. Retirar a joia em fases iniciais pode causar fechamento do furo. Por isso, a escolha de ambientes tolerantes ou o uso de joias discretas é uma solução mais segura.
Entre os piercings faciais, o septo se diferencia pela versatilidade. Enquanto o nostril, localizado na asa do nariz, é mais comum e aceito socialmente, o septo ainda carrega uma imagem mais alternativa.
O bridge, feito na parte superior do nariz, chama mais atenção e pode gerar maior risco de rejeição. Já o septo, quando bem posicionado, apresenta menor taxa de complicações e oferece mais opções de estilo.
Em termos de dor, muitos relatam que o septo causa desconforto rápido e localizado, diferente do nostril, que pode ser mais sensível durante a cicatrização. Essa percepção, no entanto, varia de pessoa para pessoa.
A tabela a seguir resume algumas diferenças:
| Tipo de piercing | Localização | Discrição | Aceitação social | Opções de joia |
|---|---|---|---|---|
| Nostril | Asa do nariz | Média | Alta | Argolas, studs |
| Septo | Septo nasal | Alta | Média | Argolas, ferraduras |
| Bridge | Parte superior do nariz | Baixa | Baixa | Barras retas |
Essa comparação mostra que o septo ocupa um espaço intermediário entre estilo marcante e praticidade, tornando-se uma escolha equilibrada para quem busca impacto visual sem perder flexibilidade.
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Pode ter um cheiro característico, porque a região acumula secreção natural e oleosidade, principalmente na fase de cicatrização. Isso é comum e melhora com a limpeza regular com soro fisiológico. Depois de cicatrizado, lavar a joia de vez em quando resolve.
Depende de cada caso. Muitas pessoas com desvio leve colocam sem problema, mas às vezes o ponto ideal fica fora do centro e a joia pode parecer torta. O piercer avalia a anatomia antes e diz se dá para fazer e qual o melhor posicionamento.
Não atrapalha, mas nos primeiros dias pode incomodar. O importante é não puxar a joia e não assoar o nariz com força. Se o nariz estiver muito congestionado por gripe ou alergia, pode ser melhor adiar o piercing.
O septo costuma cicatrizar em 2 a 3 meses. Antes disso, evite trocar ou ficar virando a joia para cima. Depois de cicatrizado, a troca fica mais fácil; se tiver dificuldade para encaixar, peça ajuda ao piercer.
Pode, principalmente nos primeiros meses. Depois de muito tempo cicatrizado, alguns furos demoram mais a fechar, mas isso varia de pessoa para pessoa. Se precisar esconder, é melhor usar uma joia que vire para dentro do que tirar.
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